22 de junho de 2026
O sistema de alimentação reúne os silos, o transporte, a dosagem e a secagem que levam a resina até a máquina de transformação. Ele virou gargalo em 2026 porque variações de poucos gramas na dosagem comprometem qualidade, rastreabilidade e margem, enquanto o setor projeta R$ 31,7 bilhões em investimentos para 2026 e 2027, segundo a ABIPLAST, Perfil 2025.
O sistema de alimentação é o conjunto de equipamentos que recebe a resina, transporta, dosa, mistura e seca o material antes de ele entrar na extrusora, na injetora ou na sopradora. É tudo o que acontece com o polímero antes da transformação propriamente dita.
O mix de resinas transformadas no país concentra-se em PP, PEBDL, PVC, PEAD e PET, materiais com comportamentos de fluxo e umidade bem diferentes entre si, segundo o Perfil 2025 da ABIPLAST. Isso significa que um sistema de alimentação genérico raramente atende bem a todos os processos de uma planta.
Porque três forças se encontraram ao mesmo tempo: margem pressionada, exigência de rastreabilidade e onda de automação. Juntas, elas transformaram um equipamento de bastidor em uma variável que decide a competitividade da fábrica.
| Sinal na linha | O que ele custa |
|---|---|
| Variação de peso entre peças | Refugo e retrabalho |
| Excesso de masterbatch “por garantia” | Custo de matéria-prima inflado |
| Trocas de cor demoradas | Máquina parada e baixa produtividade |
| Falta de registro de dosagem | Reprovação em auditoria |
| Umidade fora de faixa no PET | Defeitos e perda de lote |
Ela age sobre os três ao mesmo tempo. A produtividade depende da estabilidade do fluxo, a rastreabilidade depende do registro da dosagem, e o custo depende da precisão com que cada componente é proporcionado. Falhar em um ponto contamina os outros dois.
A dosagem precisa elimina a sobra de masterbatch e reduz o refugo. Os dosadores gravimétricos da Vizuri podem reduzir o consumo de masterbatch em até 15%, com impacto direto no custo por peça.
| Critério | Dosador volumétrico | Dosador gravimétrico |
|---|---|---|
| Princípio de medição | Volume estimado | Peso real (células de carga) |
| Precisão | Boa | Alta |
| Sensível à densidade | Sim | Não |
| Registro por lote | Não | Sim |
| Integração MES / ERP | Parcial | Nativa (Modbus TCP) |
| Melhor indicação | Processos estáveis e baixo custo | Precisão, rastreabilidade e economia de aditivo |
Para muitas plantas, a conta fecha a favor do gravimétrico pela economia de masterbatch e pela redução de refugo, com payback que costuma ficar abaixo de 12 meses. Conheça os sistema de alimentação, linhas Platino, Ruby e Oro da Vizuri, que medem por peso real e integram o registro de cada lote à plataforma Vizuri 4.0,
Os dosadores gravimétricos da Vizuri atendem produções de 100 kg/h a 1.500 kg/h e dosam até 8 componentes em uma única central. Na Interplast 2026, a empresa apresentou uma nova versão do dosador gravimétrico e novas funções do Software Vizuri 4.0, voltadas a precisão, rastreabilidade e gestão da produção.
É a cadeia de equipamentos que recebe, transporta, dosa, mistura e seca a resina antes da máquina de transformação. Inclui silos, transporte por vácuo, dosadores, homogeneizadores e secadores, e tem como função entregar o material na proporção, na umidade e no fluxo corretos, com sistema de alimentação.
O volumétrico mede o material por volume estimado e é mais simples e barato. O gravimétrico mede por peso real, com células de carga, oferecendo precisão maior, registro lote a lote e integração nativa com sistemas de gestão, ideal para quem precisa de economia e rastreabilidade.
Quando a dosagem é registrada automaticamente, a fábrica sabe qual resina e qual aditivo entraram em cada lote. Esse histórico sustenta auditorias, certificações e respostas a recalls. Sem registro, não há prova de procedência, o que inviabiliza o atendimento a setores exigentes.
A dosagem com sobra de segurança desperdiça masterbatch e gera refugo silenciosamente. A dosagem gravimétrica pode reduzir o consumo de masterbatch em até 15%, com impacto direto no custo por peça e payback geralmente abaixo de 12 meses.
Sim. A modernização é feita por etapas, começando pela dosagem do ponto mais crítico e pela conexão ao sistema de gestão. Não é necessário trocar extrusoras ou injetoras, apenas atualizar e integrar os equipamentos de alimentação, o que reduz o investimento e o tempo de parada.
Variação de peso entre peças, excesso de masterbatch por garantia, trocas de cor demoradas, falta de registro de dosagem e umidade fora de faixa no PET. Esses sinais no seu sistema de alimentação aparecem como refugo, máquina parada e reprovação em auditoria, mesmo quando a máquina de transformação está em ordem.
O sis
tema de alimentação deixou de ser o tubo que leva resina até a máquina e virou o que define produtividade, rastreabilidade e margem. Em 2026, com a indústria investindo e exigindo procedência, tratar o dosador como acessório custa caro.
A virada começa em um único ponto crítico: aquele que mais perde dinheiro hoje. Para mapear onde a sua linha perde margem e desenhar a modernização em etapas, fale com o time técnico da Vizuri.
Gostaria de mais informações a respeito dos nossos equipamentos e serviços?
Fale conosco através do formulário e logo entraremos em contato.
Endereço: Av. Papa João XXIII, 4889
Lot Ind Coral, Mauá – SP – Brasil, 09370-800